segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A participação brasileira na história dos Jogos



O Brasil só competiu pela primeira vez na modalidade em 1980, nos Jogos de Moscou, na Rússia. Dois atletas brasileiros representaram a nação: Renato Emílio e Arci Kempner. Emílio terminou na 27ª posição, contabilizando 2.264 pontos, 191 atrás do primeiro colocado, o finlandês Tomi Poikolainen. Já Kempner também ficou entre as últimas colocações. Os seus 2.186 pontos fizeram com que a atleta ocupasse o 26º lugar, com 305 pontos a menos que Keto Losaberidze, da URSS, campeã olímpica.
Quatro anos mais tarde, apenas um atleta brasileiro conseguiu o direito de participar das Olimpíada de Los Angeles, nos EUA. Mais uma vez a missão de fazer bonito nos Jogos Olímpicos ficou com Renato Emílio. A competição contava dessa vez com 62 arqueiros e Emílio terminou na 44ª colocação, com 2.363 pontos, muito atrás do medalhista de ouro Darrell Pace, dos EUA, que conquistou 2.616 pontos e o recorde olímpico da época.
Com um evento inchado, a Olimpíada de Seul, na Coréia do Sul, viu o Brasil enviar dois atletas para a disputa do tiro com arco: o veterano de dois Jogos Olímpicos, Renato Emílio, e o atleta Jorge Azevedo. No total, 84 atletas competiram e os brasileiros novamente não foram bem. Azevedo terminou na 62ª posição com 1.191 pontos enquanto que Emílio fez 1.225 e acabou em 43º. Vladimir Echeev, da URSS, ficou à frente dos demais e levou a medalha de ouro.
Em 1992, em Barcelona, o Brasil enviou novamente atletas para a competição. Entre 75 atletas, um representante do país conseguiu passar para a segunda fase do torneio. A 30ª posição de Vítor Krieger garantiu a vaga entre os 32 melhores. O outro atleta a ir foi, pela terceira vez, Renato Emílio, que terminou em 49º, com 1.251. Classificado, Krieger enfrentou o então campeão olímpico,Vladimir Echeev foi o algoz que fez 106 pontos, 11 a mais que o brasileiro. O campeão da edição foi o francês Sébastien Flute. Depois disso, o Brasil ficou 16 anos sem classificar um representante para os Jogos Olímpicos. O jejum chegou ao fim apenas em 2008, nos Jogos de Pequim. Luiz Gustavo Trainini foi o representante brasileiro. Apesar de ter sido eliminado logo na primeira fase, a presença de Luiz Gustavo nos Jogos foi imporante para reanimar o tiro com arco brasileiro.


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